Esse blog agora se encontra em: www.imigrar.com.br com todo o conteúdo antigo (atualizado) e conteúdo novo. Passa lá pois irei postar somente lá a partir de agora! ;-)
P.S: continua a ser um site pessoal sobre imigração (igualzinho a esse blog!)
Sumido? Sim! Qual motivo? Simplesmente o chá de cadeira que o BIQ resolveu dar em todos os nordestinos! Mandei meu processo em dezembro de 2010 e até hoje 18/08/2011 nenhum sinal de entrevista! Pode uma coisa dessas? Eles que prometiam entrevistas no período de 3 a 5 meses já vou completando 8 meses de processo! Que ódio! Raiva! Tudo bem... Fazer o quê...
Conforme foi noticiado por aí a partir de 2012 o processo de imigração para o Québec vai sofrer mudanças e não é para "melhor" não (pelo menos no ponto de vista de quem quer ir). Ainda não se sabe as mudanças porém eu escutei da própria boca da ministra do MICC (pelo rádio é claro) que vão exigir um melhor francês. Aqui colo reflexões que eu tinha postado no Orkut na comunidade "Quero ir para o Québec" depois que resolvi pesquisar as mudanças que estão por vir:
Por coincidência eu estava escutando a rádio 98.5 de Montrèal e tinha uma reportagem especialmente sobre imigração com a ministra do MICC. O que deu para entender 100% (já que eles falam em um francês rapidíssimo) foi que está ocorrendo uma consulta pública justamente sobre o processo imigratório e que a ministra responsável quer diminuir o número de imigrantes do Norte da África e da Filipinas (pois são mulçumanos e não se integram muito bem à sociedade quebequense) porém deseja aumentar o número de pessoas francófonas no processo.
O que disseram na reportagem é que as regras serão as mesmas para qualquer pessoa independente do país de origem (ou seja: tanto nós quanto um francês quanto um africano teremos as mesmas chances e seremos julgados pelos mesmos critérios) o que estão pensando em instituir é uma cota para cada região/continente/país. Tipo:
5.000 vagas para tal continente; 10.000 vagas para o outro continente, etc.
Já deu para perceber que independente de qualquer mudança uma coisa já é certa: Vão dificultar o processo no quesito língua. O cidadão que estava comentando o programa no rádio disse que o ministério não estava satisfeito com o atual nível de francês dos imigrantes e que muitos não adotam o francês como língua do dia a dia falando muitas vezes em inglês ou mesmo em suas línguas natais. Por isso vamos estudar o francês até falarmos melhor do que o português! rs
Resolvi pesquisar um pouco sobre essa "Consulta Pública" do MICC sobre imigração e acabei descobrindo que foi formada uma "comissão" para tratar sobre a reformulação do processo de imigração para os anos de 2012 a 2015. Como disse anteriormente o francês é um dos quesitos que mais vai mudar.
Será que vão passar a exigir francês avançado? Digo isso pois quando eu mandei o processo me declarei intermediário e fui aceito para a entrevista a qual ainda estou aguardando. Quem puder mandar o processo esse ano: CORRA. Pois corre o risco de ser "obrigatório" francês avançado para entrar no processo.
Segundo o MICC (ministério responsável pelo processo) "apenas" 61,5% dos imigrantes que chegaram ao Québec tem conhecimentos em francês. O restante falam somente inglês e a minoria nem francês e nem inglês. Por isso a encrenca do MICC com o nível de francês dos futuros imigrantes... A língua que mais está chegando ao Québec é a língua árabe. A região que mais mandou imigrantes pro Québec nos últimos anos foi o Norte da África (87.906 pessoas).
Da América do Sul o país que mais mandou imigrantes foi a Colômbia!!! Figurando em quinto lugar com quase 12.000 pessoas.
O grande problema mesmo é que nem todas as pessoas que imigram pro Québec são trabalhadores qualificados. Existem dois tipos de imigração que oneram os cofres públicos: reagrupamento familiar (quando se trata de imigrante trazendo pessoas não qualificadas para o Québec por ser familiar) ou refugiados. Lógico que no reagrupamento familiar o peso aos cofres públicos é bem menor, porém com os refugiados o peso é todo do governo. Muitos não falam nada de francês ou inglês e possuem pouco ou quase nenhum ensino.
- 81% das pessoas vindas pelo reagrupamento familiar não possuem experiência de trabalho.
- 89,8% das pessoas refugiadas possuem pouca ou quase nenhuma experiência profissional.
Todos os dados oficiais podem ser achados nesse documendo do MICC aqui: http://www.assnat.qc.ca/Media/Process.as px?MediaId=ANQ.Vigie.Bll.DocumentGeneriq ue_45959&process=Default&token=ZyMoxNwUn 8ikQ+TRKYwPCjWrKwg+vIv9rjij7p3xLGTZDmLVS mJLoqe/vG7/YWzz
P.S: continua a ser um site pessoal sobre imigração (igualzinho a esse blog!)
Sumido? Sim! Qual motivo? Simplesmente o chá de cadeira que o BIQ resolveu dar em todos os nordestinos! Mandei meu processo em dezembro de 2010 e até hoje 18/08/2011 nenhum sinal de entrevista! Pode uma coisa dessas? Eles que prometiam entrevistas no período de 3 a 5 meses já vou completando 8 meses de processo! Que ódio! Raiva! Tudo bem... Fazer o quê...
Conforme foi noticiado por aí a partir de 2012 o processo de imigração para o Québec vai sofrer mudanças e não é para "melhor" não (pelo menos no ponto de vista de quem quer ir). Ainda não se sabe as mudanças porém eu escutei da própria boca da ministra do MICC (pelo rádio é claro) que vão exigir um melhor francês. Aqui colo reflexões que eu tinha postado no Orkut na comunidade "Quero ir para o Québec" depois que resolvi pesquisar as mudanças que estão por vir:
Por coincidência eu estava escutando a rádio 98.5 de Montrèal e tinha uma reportagem especialmente sobre imigração com a ministra do MICC. O que deu para entender 100% (já que eles falam em um francês rapidíssimo) foi que está ocorrendo uma consulta pública justamente sobre o processo imigratório e que a ministra responsável quer diminuir o número de imigrantes do Norte da África e da Filipinas (pois são mulçumanos e não se integram muito bem à sociedade quebequense) porém deseja aumentar o número de pessoas francófonas no processo.
O que disseram na reportagem é que as regras serão as mesmas para qualquer pessoa independente do país de origem (ou seja: tanto nós quanto um francês quanto um africano teremos as mesmas chances e seremos julgados pelos mesmos critérios) o que estão pensando em instituir é uma cota para cada região/continente/país. Tipo:
5.000 vagas para tal continente; 10.000 vagas para o outro continente, etc.
Já deu para perceber que independente de qualquer mudança uma coisa já é certa: Vão dificultar o processo no quesito língua. O cidadão que estava comentando o programa no rádio disse que o ministério não estava satisfeito com o atual nível de francês dos imigrantes e que muitos não adotam o francês como língua do dia a dia falando muitas vezes em inglês ou mesmo em suas línguas natais. Por isso vamos estudar o francês até falarmos melhor do que o português! rs
Resolvi pesquisar um pouco sobre essa "Consulta Pública" do MICC sobre imigração e acabei descobrindo que foi formada uma "comissão" para tratar sobre a reformulação do processo de imigração para os anos de 2012 a 2015. Como disse anteriormente o francês é um dos quesitos que mais vai mudar.
Será que vão passar a exigir francês avançado? Digo isso pois quando eu mandei o processo me declarei intermediário e fui aceito para a entrevista a qual ainda estou aguardando. Quem puder mandar o processo esse ano: CORRA. Pois corre o risco de ser "obrigatório" francês avançado para entrar no processo.
Segundo o MICC (ministério responsável pelo processo) "apenas" 61,5% dos imigrantes que chegaram ao Québec tem conhecimentos em francês. O restante falam somente inglês e a minoria nem francês e nem inglês. Por isso a encrenca do MICC com o nível de francês dos futuros imigrantes... A língua que mais está chegando ao Québec é a língua árabe. A região que mais mandou imigrantes pro Québec nos últimos anos foi o Norte da África (87.906 pessoas).
Da América do Sul o país que mais mandou imigrantes foi a Colômbia!!! Figurando em quinto lugar com quase 12.000 pessoas.
O grande problema mesmo é que nem todas as pessoas que imigram pro Québec são trabalhadores qualificados. Existem dois tipos de imigração que oneram os cofres públicos: reagrupamento familiar (quando se trata de imigrante trazendo pessoas não qualificadas para o Québec por ser familiar) ou refugiados. Lógico que no reagrupamento familiar o peso aos cofres públicos é bem menor, porém com os refugiados o peso é todo do governo. Muitos não falam nada de francês ou inglês e possuem pouco ou quase nenhum ensino.
- 81% das pessoas vindas pelo reagrupamento familiar não possuem experiência de trabalho.
- 89,8% das pessoas refugiadas possuem pouca ou quase nenhuma experiência profissional.
Todos os dados oficiais podem ser achados nesse documendo do MICC aqui: http://www.assnat.qc.ca/Media/Process.as

